Parece que tudo se converte e transforma. A palavra de ordem daqui para a frente será a epi"grafada".
Foi por defeito, mas ainda assim, caiu. De podre, mas caiu. A condescendência atigiu um nível histriónico e o compadrio já envolve um nível de ruído invisível, omnisciente, sociopata. Inacreditável o paradigma da relação em teia que tão bem conheces e que já tentaste que eu vislumbrasse. Eu percebo, é o sigílo, a obrigação profissional que te impede. Mas eu estou a vivê-la e a verdade é que benificio, quando tudo estiver somado. Equiparo-me a um habitante da social cadeia que tem ordem de saída à discrição. Uma liberdade efectiva, condicionada pela necessidade do pão e do vinho e da roupa lavada.
E perco-me. A verdade é que tenho perdido capacidades, apercebo-me disso e reflito em função. E sei que posso recuperar todas as migalhas que deixei para trás, não é difícil e está ao alcance, enquanto não as perder de vista. Perco também energia, mas essa é para outra ocasião. Basta que me deite ao sol durante três semanas e os químicos, a orgânica e a alquimimia farão o resto. Ou então tomas um duche, pões os fones na cabeça e abanas a cabeça: "mega-mega-white... boy" ---> choose life, já dizia o Renton.
Não deixo de pensar que tudo isto é falso, que tudo se baseia em pressupostos de um clã ao qual não pertences e no qual a palavra assume o sentido inverso: és tolerado, "não pertences". Resposta: Exerce a tolerância e vence pela diplomacia soberba de quem não tem medo de falhar.
A ver vamos: aproveita o dia e trabalha a verdade, mas não muito, para que ela não se transforme noutra coisa.
Um beijo e até já.
terça-feira, 24 de junho de 2008
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