Morreu o Sydney Pollack. E lembro-me da Africa dele.
"Quando se tem uma carreira como a minha, tão identificada com Hollywood, com os grandes estúdios e as grandes estrelas, é inevitável que uma pessoa se pergunte se não devia ir à sua vida e fazer aquilo que o mundo considera filmes pessoais. Mas eu acho que enganei toda a gente. Eu sempre fiz filmes pessoais – só que os fiz noutro formato.”
Vi-o e vejo-o como um homem que soube transbordar a nossa imaginação, que nos deu uma capaidade de sonho que não tinhamos, que nos ajudou a realizar projectos e ideias. Aprendendo sempre com prazer de ver a beleza que ele tinha imaginado dar-nos.
Consegues contar as vezes que viste o Africa Minha? E o Tootsie? E aquela cena em que a Karen se senta no alpendre a ouvir as àrias de Mozart, no centro da paisagem Quéniana? É dele, de certeza, não estava no livro.
E agradeço-lhe.
Até já. Vamos à vida e a novos Pollacks.
Um beijo
quarta-feira, 28 de maio de 2008
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